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Mais vale cair em graça…

… do que ser engraçado.

A diferença entre a nossa seleção, a de 2010 e a de 2012, é que encontrámos a Espanha um pouco mais à frente… nas 1/2.. e mais fragilizada… e com menos qualidade.

Chegou a depressão…

Complexo de inferioridade

O azar e a influência da má arbitragem justificarão o resultado do primeiro jogo no europeu. Será assim que os analistas da bola vão tentar formatar a opinião pública para camuflar o óbvio: a ausência de ambição e o complexo de inferioridade face ao poder dos de fora, são as duas causas mais profundas da atitude subserviente que demonstraram os jogadores da seleção nacional no jogo com os alemães.

A culpa? É do Queiroz, claro!

Seleção nacional – Um baile de debutantes

Não vou comentar a prestação desportiva da seleção nacional de futebol nos dois últimos jogos de preparação para o europeu. Nem sequer irei evidenciar o modo complacente como a comunicação social trata o selecionador nacional agora que desapareceu de cena o mal-amado Carlos Queiroz. Sei que ficará muito por dizer mas não temos tempo e, honestamente, não me apetece remexer no assunto.

O que me impressiona mesmo é a desvinculação de uma equipa profissional de futebol, que é altamente cotada e experiente mas que denota – este é o paradoxo – laivos de amadorismo. Num momento em que se exige concentração máxima de todos os jogadores, o grupo andou na última semana numa roda-viva de compromissos sociais como se de um baile de debutantes se tratasse.

Este processo autofágico não serve apenas os interesses da indústria do futebol, que não são despicientes face às receitas que gera, mas serve sobretudo para engordar os egos de uma oligarquia de dirigentes que se eternizam nas estruturas associativas.

Receio bem que a subversão dos objetivos de preparação de uma equipa de futebol conduza à autofagia competitiva. É bem provável que as inúmeras variáveis que determinam o sucesso ou insucesso competitivo sejam evocadas à la carte para camuflar a aleivosia, que nenhum interveniente direto se atreverá a confirmar. É pouco provável que alguém morda a mão que lhe dá de comer!

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Adenda: Hoje, Manuel José, o treinador em exercício mais experiente corrobora a minha opinião, aqui.

:)

Surreal

A clubite e a partidarite são duas variantes de uma doença degenerativa do sistema nervoso central, digo eu que não sou médico.

Os portadores desta doença não têm a noção do real e vivem num estado de permanente alienação.

Não acreditam? Então atentem à sequência noticiosa:

FC Porto diz que gritos de macaco eram “Hulk, Hulk, Hulk”

Explicação do diretor de comunicação Rui Cerqueira sobre alegados insultos racistas no jogo com o City

F.C. Porto nega racismo e fala em mal-entendido

“Rui Cerqueira entende que tudo não passou de um mal-entendido. «Gritos como Hulk, Hulk, Hulk ou Kun, Kun Kun [referindo-se a Aguero] podem facilmente ser confundidos com cânticos racistas», explicou.”

FC Porto vai apresentar queixa à UEFA contra os adeptos do City

E se ainda tiver paciência veja este vídeo:

Os “bitaiteiros” da bola estão tão calados…

… Querem ver que aqui há dedo do Queiroz?

Valeu pela segunda parte…

… apesar de se tratar de um jogo a feijões e o adversário estar visivelmente diminuído.