Esperem que depois do modelo germânico virá o chinês…

Crato chegou ao governo e ao MEC com a reputação de um cientista. Era espectável que o rigor, a racionalidade, a coerência, características fundamentais num homem de ciência, fizessem parte do código genético do “homem político” em que se transformou.

Puro engano! Crato parece aquele “aprendiz de feiticeiro” cuja mágica duplica um problema sempre que julga ter encontrado uma solução.

Crato vai a Berlim assinar acordo para reforçar ensino profissional em Portugal