Desvalorização do saber – Paradoxos

Lisboa, 29 ago (Lusa) – O Ministério da Educação admitiu hoje estar a preparar novas ofertas de ensino, entre as quais cursos de ensino vocacional, que poderão ser frequentados por opção, dos alunos ou encarregados de educação, ou como resultado do desempenho escolar.
Ler mais: http://visao.sapo.pt/educacao-governo-prepara-novos-cursos-de-ensino-vocacional-para-dar-mais-oportunidades-a-alunos=f683336#ixzz24vkPaV8d

É intolerável o modo como o governo e o seu MEC trata as disciplinas “não fundamentais”, os cursos profissionais como segunda oportunidade, a escola dos coitadinhos, só justificável à luz de uma visão reacionária de educação.

Atentem ao paradoxo da eficiência e do rigor, que nos é relembrado todos os dias: por que são anunciados novos cursos vocacionais a 15 dias do início do ano escolar? De que serve um anúncio tão precoce? Ou será que estão a pensar implementar estas novas experiências já este ano letivo, depois das turmas constituídas?

Mas o que é grave é o facto de não existir uma estratégia de valorização do saber ao longo da vida. Como se o saber profissional dispensasse uma atitude permanente de valorização do conhecimento.

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