Os lambe-botas

As DRE’s nomeiam as comissões executivas transitórias sem divulgar os critérios que presidiram às escolhas, o que não obsta, bem pelo contrário, as teses de compadrio e de suspeição de favores mal ou bem amanhados.

No meio deste clima pouco transparente ainda é possível observar, por entre as brechas de alguma racionalidade, um rodopio tresloucado de serviçais que buscam guarita no novo dono.

Deprimente e execrável!

2 thoughts on “Os lambe-botas

  1. Caro Miguel,

    Só quem não quer ver é que não vê.
    Mais, a opção de não colocarem qualquer critério (que, verdade se diga, iria dar no mesmo) espelha bem que o clima de compadrio está aí e faz lei.
    É a própria democracia que está em risco.
    Os cães de fila andam à solta. E há muitos.

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  2. Como diz Rui Ferreira, o maior problema é mesmo a “própria democracia que está em risco e os cães de fila andam à solta. E há muitos.”, claro. O poder e o dinheiro andam de mãos juntas! Pena é que não reduzam ainda mais ao nº de ajuntos e sejja apenas o diretor a trabalhar. Sou do tempo eu havia apenas um diretor e geria exemplarmente a escola

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