Um governo equívoco.

Percebo o desencanto daqueles que depositaram o seu voto e a confiança neste governo, acreditando na rutura com o passado. Um passado marcado pelo embuste, pelo cinismo político, por um modo de fazer política assente numa poderosa máquina de criação de equívocos.

O equívoco é o diapasão que permite ao governo afinar as suas políticas depois de tatear as expetativas dos adversários políticos, dos fazedores de opinião, das organizações e das corporações.

O equívoco é a imagem de marca deste governo. O primeiro-ministro deu o mote. Relvas explica como se faz…

Há dois dias.

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Relvas: “Não há almofadas para manter um subsídio”