Por falar em preconceitos…

… e em teses hilariantes, que nem ao diabo lembra, siga esta discussão no blogue do Ramiro.

O cratês prossegue, pujante, o seu destino!…

Anúncios

10 thoughts on “Por falar em preconceitos…

  1. philos 24/09/2011 às 18:03 Reply

    O Ramiro ensandeceu! Paz à alma da sua “coerência”!

  2. Rui Ferreira 25/09/2011 às 00:07 Reply

    Caro Miguel,

    Depois do Ramiro protagonizar várias cambalhotas em questões sensíveis que afetam a educação, na ADD, no modelo de gestão, nos concursos, … eis agora o maior de todos os disparates. Tolero-lhe a ignorância, não é técnico. Não lhe tolero a postura perante tal ignorância.
    Razão tinha o filósofo, “a ignorância é sempre atrevida”. Vindo de alguém com o nível de formação do Ramiro é intolerável. Como se não bastasse a incompetência na análise de conteúdo, o autor até na concorrência das disciplinas foi cair.

    Cumprimentos.

  3. Maria 25/09/2011 às 10:41 Reply

    Mas como é que o Ramiro pode ter outra opinião? Como? Qual a formação do dito? Qual a investigação útil e conhecida? Dossiers, fichinhas e inutilidades afins? A sobrevivência, ao que parece depende do ordenado ganho numa das muitas ESEs, instituições estas que apenas contribuem para a degradação da formação de professores, aliás acho que esta foi a ideia que esteve na base da sua criação, e como tal deviam ser pura e simplesmente impedidas de a fazer. Formação de professores só na universidade e protoprofessores universitários para casa. Por favor Miguel, não lhe faça propaganda ao blogue, porque só rentabiliza os anúncios que ele lá tem.

  4. Rui Ferreira 25/09/2011 às 14:46 Reply

    Caro Miguel,

    Para quê comentar no dito cujo blogue? Já pensei fazê-lo mas nunca em questões de conteúdo. Tantas são as asneiras que diz.
    Como verifico uma postura intolerável (face à ignorância) nem por questões de forma lá comento.
    Ramiro Marques combateu a teimosia e a ignorância (palavras dele) de Sócrates e sua equipa do ME. O mesmo Ramiro Marques vê-se agora a fazer o mesmo, a convicção para a asneira.

  5. philos 26/09/2011 às 08:19 Reply

    E com a nova “proposta” sobre aposentações dos professores mais antigos (que ele acha que têm de estar na escola até aos 65 anos… ignorando a actual legislação com tabela transitória até 2015 e esquecendo-se de que o Estado teria de continuar a pagar as aposentações para além dos novos ordenados aos novos professores contratados) mostra uma vez mais a sua demagogia e ignorância atroz!
    O Ramiro é um palerma!

  6. IC 27/09/2011 às 18:24 Reply

    Talvez não seja muito correcto, mas há muito que não sou capaz de comentar no blogue em questão. Pronto, a EF não é estruturante, e ainda por cima o desempenho depende de fatores genéticos!! Nalgum momento conveniente, também poderemos ler (no dito) que a Matemática deverá passar a ser reservada a elites porque essa coisa da inteligência necessária para ela é genética!! Também achei graça a isso da importância da Matemática do Secundário para medicina.
    Enfim… o grave destas coisas é que não sabemos quem é que os ministros da educação elegem para conselheiros na sua também frequente santa ignorância 😦
    (Insuspeita, pois fui prof de mat…)

    • Rui Ferreira 28/09/2011 às 22:54 Reply

      Cara IC,

      A EF não só é estruturante como pode (e deve) nada ter a ver com os fatores genéticos.
      A concorrência das disciplinas, os lobys do Desporto Escolar, … é fruto da ignorância sobre os verdadeiros valores da disciplina. De que vale a pena ser médico, professor, carpinteiro, trolha, … sem ter saúde para o praticar? NADA. Ninguém nasce com a noção da necessidade de fazer atividade física. Em determinado momento da vida é preciso ser obrigado. E a escola é um único contexto onde todos passam. Já na década de 60 os nórdicos verificaram que 1 unidade monetária gasta neste apoio representava, no mínimo, 3 unidades monetárias não gastas em segurança social e saúde. Não sejamos retrógados. Não podemos mais hipotecar o futuro.

      Na qualidade de professor de EF também podia referir que a matemática não é estruturante para determinadas opções profissionais. Mas não o refiro. Porquê? Porque a matemática não concorre. Antes, complementa a formação.

      Peço a todos algo: não avaliem a disciplina pelos casos (professores de EF) que conhecem por favor. Todos nós, professores, já fomos prejudicados por esta forma de estar por parte da opinião pública. Não façamos aquilo que repudiamos.

      Em minha opinião a formação de professores de EF é inadequada. Mas este mal não se pode combater com a sua exclusão. Seria bem pior para as nossas crianças. Façamos pois aquilo que é necessário fazer. Isto sim. Seria uma manifestação de inteligência.

      Cumprimentos.

      • IC 29/09/2011 às 04:08 Reply

        Caro Rui Ferreira
        Claro que a EF é estruturante, claro que é essencial. Pareceu-me que interpretou mal o meu comentário, em que apenas pretendi ser irónica em relação aos disparates do post do blogue que o Miguel mencionou.
        Provavelmente, já não lê a minha resposta, mas acrescento:
        Não sei como é actualmente a formação dos professores de EF, mas conheci como era quando eu ainda lecionava e quero dizer que a considerava muito boa (tenho amigos formados no antigo ISE). Não me lembro de ter tido algum colega de EF cuja formação eu não apreciasse muito. Não posso referir a formação mais específica sobre a qual sou leiga, mas refiro-me à formação pedagógica muito ampla, a uma formação global que constatava. Não digo isto para ser simpática, digo porque, de facto, era notório para mim.
        Abraço

        • IC 29/09/2011 às 04:12 Reply

          Quis dizer ISEF, não ISE

        • Rui Ferreira 29/09/2011 às 14:39 Reply

          Cara IC,

          Verifico pois que interpretei mal o seu comentário. Peço desculpa.
          Eu próprio tenho alguma (pouca ou mesmo microscópica) ação na formação de professores de EF. É muito difícil alterar o paradigma de formação atual. A formação é demasiado behaviorista (treino) deixando de fora as aproximações fundamentais de outras duas filosofias, a biologista (saúde) e a funcionalista (carácter). Este sim é o real problema. A sua resolução limitaria ao mínimo as situações de injustiça relativamente às classificações dos nossos alunos.

          Cumprimentos.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: