Só por oportunismo político…

… o governo transferirá o processo de recrutamento de professores para os agrupamentos de escolas.

A fragmentação dos concursos nacional de professores em concursinhos parte de um pressuposto de que é possível alocar nas escolas aqueles professores cujo perfil funcional é o mais ajustado às circunstâncias. Mas que perfil é esse? Que competências são requeridas aos candidatos? É realizada alguma prova de proficiência no ensino? Não! O que a escola avalia é o curriculum vitae do candidato. Só com uma diferença que não é nada despicienda quando comparadas as regras concursais entre os local e o nacional:

No concurso nacional os critérios são mais transparentes e o escrutínio público não cria terreno fértil ao caciquismo e ao logro.

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