Estou que nem posso…

Retirei o post anterior por fazer referência a um “modelito” passado. Não me aguento para ver o “modelito” que mereceu o acordo da FNE…

Agradeço a chamada de atenção de um comentador atento e colaborante.

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5 thoughts on “Estou que nem posso…

  1. fartodestasbrincadeiras 10/09/2011 às 01:42 Reply

    Também eu!

  2. Moriae 10/09/2011 às 02:28 Reply

    Bom fim-de-semana, Miguel!

  3. IC 10/09/2011 às 04:07 Reply

    Já estava a tardar que a FNE cumprisse o papel que sempre lhe foi próprio! Acho que o que os professores deviam fazer agora, antes de mais, era uma luta a sério reclamando uma revisão na lei da negociação que salvaguardasse a representatividade de sindicatos e federações dos professores. Sem isso, os governos têm o que desejam (e especialmente o actual governo, por ideologia): fantochada de negociações. Vai dar ao mesmo que se não houvesse estruturas representativas dos professores com direito à negociação. E os professores deviam todos tomar consciência de quanto isto é grave para a democracia e para eles próprios.
    A FNE já foi uma federação com uma representatividade razoável, mas creio que actualmente já não se lhe pode chamar federação, talvez um sindicato do Norte (?)
    Mas a FENPROF não pode (ou não deve) tomar a iniciativa de denunciar isto. Mais uma vez, acho que é de perguntar que esperam os professores para se mexerem. Não têm voz, pernas e meios de mobilização? Ou os “movimentos independentes” só servem para atacar a FENPROF?

  4. mariazeca 10/09/2011 às 10:20 Reply

    Eu estou na mesma. Já o esperava, e tu acho que também. A desgraça mesmo, foi termos razão. isso, e aquelas bocas d’”os sindicatos”…

    Não desistiremos. Espero que Crato o saiba. Os professores saberão olhar para “aquilo” e saber que ontem, quando falou num NOVO modelo, FORMATIVO e NÃO BUROCRÁTICO, faltou à verdade.

    Esta paz de treta durará até que as escolas (re)comecem o seu fervilhar de parição de grelhas, instrumentos, etc. Porque esses, sim, ficaram lá escritos.

  5. Rui Ferreira 10/09/2011 às 12:22 Reply

    É triste perceber a ligeireza com que se trata dos assuntos da maior importância. É a dignidade profissional que se encontra ameaçada quando falamos de um modelo de ADD, “tecnicamente miserável e, do ponto de vista humano, monstruoso” (SC).

    Ainda não perceberam que a simplificação do mal nunca chagará sequer ao medíocre. A versão do modelo de MLR ontem assinado continuará a não diferenciar desempenhos. Mas está melhor! Sim, está! Antes de errar de 2 em 2 anos, erra apenas de 4 em 4.

    Esta questão da ADD apenas me trouxe uma vantagem, a identificação da ignorância técnica (incompetência) de alguns e da qualidade de outros tantos colegas.

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