Apologia do acriticismo.

O maniqueísmo tomou conta do Ramiro. Como contestatário que sou de qualquer modelo de ADD de faz-de-conta, que sirva apenas os interesses da tutela (porque os recursos são escassos e há que retirar a alguns para dar a outros), e que não beneficie os professores que desejam o seu desenvolvimento profissional, sou rotulado de medroso ou de presunçoso. E só de pensar na contestação à senhora Maria de Lurdes e seus apaniguados só porque tentaram descobrir, entre um emaranhado de descritores, quem são os umbiguistas e os cagarolas… Afinal, a coisa é bem mais simples: O Ramiro, numa penada, resolve a separação do trigo do joio pela via da suspeição. Os maus professores contestam! Os bons professores devem baixar as orelhas! O meu desejo é que não tenham de baixar também as calças…

Quanto à argumentação propriamente dita nada é acrescentado além da relutância à avaliação formativa que é, como se sabe, uma avaliação mais humanizada, mais situada nos contextos vividos por professores e menos preocupada com os resultados, com a norma ou padrão.

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