Rabo preso

A crónica de Santana Castilho publicada hoje no Público (que pode ser lida no blogue do Ramiro) é denunciadora de um tipo de política abjecta que este governo não soube, ou não quis, abdicar.

Não havendo confiança entre eleitores e eleitos, são risíveis os compromissos assumidos e as promessas eleitorais.

Santana Castilho demarcou-se deste modo de governar desde o primeiro momento, desde a primeira medida anunciada. Os acólitos de Nuno Crato depressa se insurgiram contra este posicionamento de Santana Castilho considerando que se tratava de ressabiamento próprio de quem sente traído. A discussão resvalou para o plano da trica ao invés se focar no plano dos argumentos. Paradoxalmente, aqueles que mais têm criticado os sindicatos pela pretensa encenação ou até pelo fingimento de quem não está interessado em resolver os problemas da educação, sustentam um silêncio conivente com os mentirosos da política só porque concordam com as políticas. Vendo bem as coisas, há males que vêm por bem…

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