Um caso de justiça II

Há casos de justiça que nem ao diabo lembra. Um professor de Educação Física foi condenado ao pagamento de uma indemnização de 75.624 euros a uma aluna que sofreu lesões graves ao executar um salto mortal. Em nenhuma passagem do acórdão se regista qualquer circunstância atenuante ou agravante da pena pelo facto de se tratar de uma ocorrência num colégio privado. Salvo a devida distância da analogia, atente-se ao teor da notícia:

Psiquiatra acusado de violação suspenso por dois meses

[…] Como a relação sexual que manteve com a paciente aconteceu no seu consultório privado, a Inspecção-Geral das Actividades de Saúde (IGAS) não pôde ir mais longe: invocando o Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores que Exercem Funções Públicas, decidiu agora suspendê-lo durante dois meses do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) do Porto, organismo público onde o médico trabalha.

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