A “avaliatite” é uma doença da plebe.

Salvaguardada a presunção da inocência, é evidente a propensão deste protagonista para este tipo de casos. E este caso é apenas mais um caso que deveria ocupar as agendas de todos os órgãos políticos, nacionais e internacionais, designadamente os cargos que determinam a qualidade da cidadania e as condições de bem-estar das populações e suscitar uma tomada de posição de grande alcance: Um sistema de avaliação e de auto-avaliação permanente nas e das instituições, sistema esse sensível aos padrões éticos.

Dir-me-ão que é um caso isolado e que não há filtro de idoneidade capaz de obstar a entrada de canalhas para altos cargos de governação e de responsabilidade política. Se não há, devia haver!

Num tempo marcado pela “avaliatite”, pela obstinação de avaliar tudo e todos, não deixa de ser paradoxal que os arautos deste modismo se escusem a passar pelo crivo que eles próprios criaram. É deplorável!

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