Quem vê TV sofre mais que no WC

O refrão da música do saudoso grupo Rock Português, dos anos 80, “Táxi”,  continua actual. Até às eleições, o jogo das projecções, como mais à frente se clarifica, vai fazendo as delícias dos jornalistas que assim podem brincar às análises, ao sobe e desce, alimentando o negócio dos comentários e da “opiniatite”, confundindo os incautos consumidores de TV.

A Projecção Intercampus dá 36,8% a Sócrates e 33,9% a Passos Coelho. Mesmo assim, os dois partidos continuam em empate técnico. CDS regista forte subida.

“O erro de amostragem, para um intervalo de confiança de 95%, é de mais ou menos 3,05%. A taxa de resposta foi de 47,9%. Nesta sondagem 21,2% dos entrevistados não revelaram a sua opção e 22,4% não indicou um partido ou indicou que não votaria. Que quando aplicável, é feita uma distribuição proporcional de registo de não respondentes, sem opinião e abstenção, passando a usar-se a expressão «Projecção».”

E como tudo o que é coisa que promete
A gente vê como uma chiclete
Que se prova, mastiga e deita fora, sem demora
Como esta música é produto acabado
Da sociedade de consumo imediato
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete (Táxi, chiclete)

Repito: Nesta sondagem 21,2% dos entrevistados não revelaram a sua opção e 22,4% não indicou um partido ou indicou que não votaria. Certo?

21% de votos é uma margem suficientemente segura para se brincar às projecções,.. como se fora uma chiclete!

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