O que resta do ano novo…

(Imagem retirada daqui)

O ano novo para os professores começa em Setembro. Embora parte dos efeitos do Ano Novo emirja verdadeiramente em Janeiro, os professores têm três meses para edificar a sua mensagem de optimismo ou de desencanto, no plano profissional. Projectando o futuro pelos três meses que já passaram, há a certeza de que o ano que aí vem será um mau ano. E não será pelo discurso empolado e oportunista de um responsável político após a divulgação de um relatório PISA que é possível adoptar uma mensagem de optimismo e de esperança. Bem pelo contrário. Pelos documentos oficiais e oficiosos que se vão conhecendo e que antecipam o novo Setembro, o próximo ano será mais difícil ainda.

Se no plano profissional não é possível sustentar uma mensagem optimista, há que procurar ambientes onde a realização pessoal se materialize.

E assim emerge o meu desejo para 2011 que é um desejo minimalista na forma mas maximalista no conteúdo:

Saúde e relações pessoais dignas e dignificantes!