Mega agrupamentos? Não!

Atente aos argumentos elencados na revista do SPN – Informação.

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4 thoughts on “Mega agrupamentos? Não!

  1. manuel cabeça 28/11/2010 às 14:51 Reply

    mas isto não são coisas há muito existentes?
    todo este conjunto de argumentos não é novo, existe desde que existem escolas que abrangem do pré-escolar ao 12º ano, por estas bandas são paletes delas; a discricionaridade das nomeações não assenta numa legislação iníqua?
    a avaliação não decorre de normativos?;
    não nem deixo de ser contra ou a favor, desde que se consiga olhar cada situação como particular e não misturar alhos com bugalhos;
    pode ser grave mas o desafio será o de criar uma cultura de escola e não partilhar culturazinhas piquininas e mesquinhas, onde a escola e os seus profissionais possam ganhar, é um desafio aos profissionais da educação;

    • Miguel Pinto 28/11/2010 às 15:19 Reply

      Malogradamente, nada disto é novo, Manel. Até os argumentos. E se já era um disparate, a meu ver, a história dos agrupamentos, não sei como classificar esta coisa dos mega-agrupamentos.

      Defendes então que cada situação deve ser tratada como particular onde cada caso é um caso. Muito bem. Posso inferir que consideras um erro decidir pela criação de mega-agrupamentos sem conhecer as “culturazinhas” existentes? E que não existe um argumento pedagógico substantivo que fundamente a decisão política de juntar os trapinhos das escolas? Creio que não acreditas que existe uma cultura de escola em escolas fisicamente separadas. Sim, porque se aceitamos que é possível criar uma cultura de escola em agrupamentos, então também devemos aceitar esta ideia da cultura escolar à distância, designadamente, através da implementação de um sistema de tele-escola. Sempre seria mais barato…

  2. manuel cabeça 28/11/2010 às 18:18 Reply

    interpretas menos bem a minha escrita e sabes disso;
    considero que é possível e desejável a existência, por exemplo, de projectos educativos municipais, concelhios, que agreguem diferentes escolas, públicas e privadas, regulares e outras;
    são projectos que contribuiriam para um mesmo sentido e para os mesmos objectivos, situações que, de resto já existem aqui e ali, mais aí que aqui;
    e mostram que é possível senão uma cultura comum, sempre deficiente e deficitária das quintinhas e dos campos de (de)formação de cada corpo profissional (sempre presente e evidente entre o pré e o 1º ciclo, entre o 1º e o 2º ou entre o 2º e os secundários), pelo menos uma preocupação partilhada, seria já bem bom, ou não…

  3. IC 01/12/2010 às 03:30 Reply

    Observei no terreno os efeitos muito mais negativos do que positivos dos agrupamentos quando não metiam o Secundário. O Presidente deixou de poder pensar sequer nos aspectos pedagógicos, todo o tempo era administrativo, e os CPs quase infuncionáveis. Os mega foram um disparate enormíssimo de consequências muito graves.

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