Onde errei, senhores?

muito obrigado, senhores (*)

[…] Não prometo voltar ao tema, até porque me é doloroso e as nossas feridas devem lamber-se em silêncio – para não perturbar alheios regozijos.
Sou funcionário público. Em dedicação exclusiva desde que, em novo, me obrigaram a isso e eu acreditava nisso sem reservas.
Nos dias de hoje já me não obrigam a exclusividades, mas acontece que já passaram quase vinte e cinco anos. Acontece, também, que dediquei esse meu tempo quase inteiro a tentar ser um bom funcionário público e que, suprema aberração do meu pobre entendimento, creio tê-lo conseguido. E que, como se não bastasse, acredito ainda nisso, nessa coisa de ser funcionário público em exclusiva dedicação, sem reservas que me esmoreçam demasiado. Por enquanto.

(continuar a ler)

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