Chover no molhado

Concordo com o Ramiro, como se infere de tudo o que escrevi sobre o assunto em devido tempo mas que me recuso a repetir agora porque não quero que chova no molhado, embora me projecte no “drama” do PauloG: Este ME, ao invés do anterior, decreta ao retardador.  O que não sendo mau de todo sob o ponto de vista político, porque há menos decisões desacertadas, é um problema: cadê a matéria para nos recrearmos?

13 thoughts on “Chover no molhado

  1. Eu sigo 2 princípios:

    1) Não assumo em privado uma coisa e outra em público.
    2) Não faço ziguezagues a cada dia que passa.

    Esta não é, obviamente, uma crítica ao Miguel, que de mim discorda quase sempre. É para o Ramiro que ora escreve uma coisa, ora escreve outra, basatando para isso lembrar que em Novembro de 2008 era ele que dizia que nem mais um tostão devia ser dado aos sindicatos.

    Haja memória.
    Haja decoro.

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  2. No molhado nem por isso. É quando a chuva é chatinha, mesmo.
    Embora a alternância contante entre sol e chuva me deixe lixadinha, também.
    A propóito, Miguel, aí pelo norte ainda não choveu que chegue????
    É que até aqui por Marrocos o ano foi muita mau! 😉

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  3. Viva Miguel.

    Concordo com o PauloG, Não percebo esta coisa dos sindicatos não serem criticáveis; não entendo mesmo. Onde estávamos se não o tivéssemos feito? Espero ainda hoje escrever um post sobre isso. Que raio de coisa esta. Afinal a a blogosfera docente não se afirmava como a verdadeira web 2.0? Chega de alinhamentos, que raio. Podemos discordar, claro que devemos; mas temos de manter uma coerência mínima e respeitar as opiniões dos outros.

    Francamente. Fico triste, sou sincero.

    Abraço.

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    1. Claro que o sindicatos são criticáveis. E ninguém deve ficar imune à crítica. Inclusivamente aqueles que criticam os sindicatos, Paulo. Não percebo por que razão as ideias do PauloG não podem ser criticáveis. Que estranha ideia de web 2..0 😉

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      1. Viva Miguel.

        Claro. Quando se trata da discordância sobre políticas ou factos.

        A discussão com o PauloG tem sido sempre interessante e levada; reparo que se sente bem com a discordância, claro.

        Por mim é assunto encerrado 🙂

        Abraço.

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  4. Ao contrário do que por vezes se insinua, ninguém defende a infalibilidade dos sindicatos, dos seus dirigentes e dos seus membros.
    Infalibilidade, só conheço a papal, e sobre essa tenho legítimas dúvidas.
    A questão verdadeiramente relevante é saber da fundamentação das críticas e dos objectivos escondidos por trás delas.
    A esse propósito e recordando o discurso que fez escola com o governo anterior, remeto para o post que escrevi há pouco:
    http://fjsantos.wordpress.com/2010/06/13/estado-sindicatos-e-professores/

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  5. Viva Francisco.

    De acordo. Mesmo a papal já não é o que era.

    Vamos lá ver se nos entendemos: já li o teu post. Não se trata de insinuações e ponto final. Trata-se de discutir factos. Desde logo, a não limitação de mandatos nos sindicatos e a passagem – legal, claro – de dirigentes sindicais fervorosos e radicais para as DRE´s e continuaram esse fervor ao serviço duma agenda neoliberal. Pode confiar-se assim tão cegamente nos que ficam? Estamos afalar de pessoas, é que sem elas não há ideologias. Voltarei ao assunto no meu blogue, logo que possa.

    Fico triste é com algum resvalar da discussão, como bem sabes. Estou nisto do modo que se conhece e nunca num qualquer jogo de alta competição. Sei bem contra o que luto, ou melhor, sei bem o que defendo: a liberdade e a democracia.

    Abraço.

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