Tirem a banca ao puto!

Nesse tempo dos jogos de cartas havia uma moeda –  o cromo. O jogo também obedecia às leis da oferta e da procura… Quando o puto da banca ficava sem cromos para pagar o seu azar no jogo entrava em bancarrota, era excluído e deixaria de ser “o homem da banca”. Alguém lhe tomaria o lugar e o jogo continuava. O caloteiro era punido e com sorte não era sovado. o puto era responsabilizado “epidermicamente”.

O nosso puto da banca vai brincando com os cromos, que são os nossos cromos mas que ele distribuiu pelos seus amigos como se fossem seus. Já foi ameaçado de exclusão porque não cumpre promessas, porque se endivida cada vez mais, porque age como um alienado de palavra fácil e vã.

É tempo de punir o caloteiro antes de nos sovarem, porque o puto da banca joga com os nossos cromos!

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