Tirem a banca ao puto (II)

Portugal sem governo

“Quando, há vários anos, a irresponsabilidade e o aventureirismo se começaram a manifestar no domínio da Educação, os analistas políticos da nossa praça diziam que se estava a realizar uma fantástica reforma no Ensino, que finalmente os professores iriam entrar nos eixos, que a Escola Pública iria passar a ser um exemplo, e por aí fora…, e muito povo aplaudia e considerava que as críticas e as manifestações dos professores eram reacções corporativas de quem estava a perder privilégios e mordomias.

Quando a irresponsabilidade e o aventureirismo alastraram à Saúde, à Justiça e às Obras Públicas, os analistas políticos da nossa praça continuavam a dizer que se tratava de reformas corajosas e necessárias, e muito povo aplaudia e achava que as críticas e as manifestações de protesto eram reacções corporativas de quem estava a perder privilégios e mordomias.
Agora que a irresponsabilidade e o aventureirismo chegaram à Economia e às Finanças, isto é, agora, que a irresponsabilidade e o aventureirismo atingem toda a gente, eis que as vozes aduladoras deste Governo repentinamente se calaram e eis que já se ouve e vê muito povo a reclamar. O mesmo primeiro-ministro que era apelidado de corajoso, de decidido, de justiceiro, passou a ser o desorientado, o mentiroso, o incompetente.”(Ler mais aqui)

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