Sindicatos e a defesa dos interesses – particular e geral

Há coisas que me parecem claras até nos dias em que pretendo atear um debate.

Na reflexão do Paulo Guinote (por extenso para não ferir susceptibilidades) sobre a acção sindical, e deixando de lado o seu lado quezilento, destaco e comento, ao de leve, a questão dos limites da representação sindical:

Há que distinguir as matérias que são objecto de negociação colectiva, e sobre as quais os sindicatos devem defender os interesses do grupo que representam (a pluralidade sindical permitirá que os professores apoiem o sindicato que melhor os representam. E os outros? E aqueles que não se sentem representados pelos sindicatos? Têm sempre a possibilidade de criar o “seu” sindicato!), das matérias que são do domínio privado mas que têm repercussões na actividade laboral e que suscitarão mediação sindical (essa mediação só deverá ser requerida pelos professores sindicalizados, obviamente).

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One thought on “Sindicatos e a defesa dos interesses – particular e geral

  1. IC 17/05/2010 às 00:03 Reply

    Não comento no post do Paulo Guinote porque já o encontrei (via este teu post) cheio de comentários e, portanto, já é tarde para lá comentar. Pareceu-me perceber que os acordos nas negociações só deveriam abranger os sindicalizados. Isto é, na prática, o mesmo que dizer que não deve haver o direito consagrado à negociação colectiva. Opto por nem comentar, só posso ter percebido mal!!!

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