Em busca do controlo… com a legitimação.

Segundo o secretário-geral da FENPROF, o Ministério da Educação invocou motivos de “ordem financeira, social e política” para não aceitar as alterações propostas pelos sindicatos, não havendo assim “nenhuma proposta a apresentar”.

Sem uma ideia mobilizadora de escola o que equivale a dizer que não tem uma ideia de futuro; sem meios para governar, sem permissão para mandar cantar um cego, isto é, sem meios para corrigir as iniquidades que ela própria já identificou mas que os apertos e coisa e tal não permitem corrigir; sem que se lhe reconheça autoridade decisória porque se comporta como um peão de brega do ministro das finanças; a ministra da educação quer a todo o custo fazer a gestão das potenciais formas de conflitualidade sem perder o controlo central do sistema. Há que mostrar serviço ao primeiro-ministro, ao mesmo tempo que alimenta a ilusão da reconciliação e da cedência em áreas que são sensíveis aos professores. Nada de novo, portanto!

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