Grão a grão…

bastaDois eleitores assumidamente PS ouviram as minhas razões para não votar PS. São familiares muito próximos e, naturalmente, sensíveis à minha condição socioprofissional. Houve um argumento de peso que dificultou a minha tarefa: a ausência de credibilidade nas alternativas de governação. Houve um argumento de peso que facilitou a minha tarefa: o princípio subjacente ao rompimento unilateral de um contrato [que podia designar de roubo já que não encontro outra palavra para descrever o logro que foi a divisão da carreira] e a correspondente perda salarial.

A luta dos professores começa e acaba no espaço privado.

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