Recobro

Para que o texto anterior faça algum sentido, direi que o conteúdo funcional do professor tem alguns apêndices embrutecedores. Depois de convocados para desempenhar essas malfadadas funções, aos professores impõe-se um período de recobro. No meu caso pessoal, um ou dois dias é período de tempo necessário para lavar a alma. Como? Regando-a com um maduro do Alentejo (ou Douro) [beemm… não é totalmente verdade], com os pés debaixo de uma mesa [esta é parcialmente verdade ;)], obrigatoriamente bem acompanhado [é verdade]. É evidente que a estupidificação vai deixando as suas marcas. Mas aprendi um pequeno truque na blogosfera para disfarçar a minha fúria primária: nunca escrever nos picos da insensatez. Reconheço que nem sempre é possível. Nem sempre tenho o discernimento de o evitar. Não se trata de evidenciar algum tipo de auréola até porque não sou aspirante a político de carreira. Trata-se apenas de uma gestão assertiva do fel.