Não ao Conselho Geral Transitório!

Como eu gostava de estar enganado e de vir a reconhecer a minha precipitação quando corroborei a afirmação da Isabel: “o previsível esmorecimento da classe é causa da estratégia sindical e esta é pretexto oportuno para o (aparente?) esmorecimento da classe docente”.

O diploma de gestão escolar, já publicado em DR, deve merecer a forte oposição dos professores. Por razões conceptuais, que têm que ver com a falência dos modelos gestionários que se sustentam em lideranças “heróicas”; por razões políticas, que têm que ver com a colocação dos professores no “lugar do morto”.

Além dos motivos de fundo – conceptuais e políticos – que devem mobilizar os professores para a resistência, existe o instrumento que, bem usado, poderá estancar o processo em curso: a participação, ou melhor, a ausência de participação.
Nenhum professor é obrigado a participar no processo que conduzirá à formação do Conselho Geral Transitório. Relembro que sem Conselho Geral Transitório não é possível avançar com o processo de selecção do “líder heróico” metamorfoseado de Director. E sem Director, o processo de nomeação dos coordenadores de departamento é inviável e o diploma de gestão imposto pelo ME terá obrigatoriamente de ser remendado.

Agir concertadamente é o sinal inequívoco de que os professores estão dispostos a resistir! Este não é o tempo para lamechices, lamúrias e de “tiros na água”!

Este é o tempo para agir!

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