O maior cego é o surdo (II)

“Para mudar na saúde e na educação, por exemplo, nunca bastarão comissões técnicas, grupos de trabalho ou sumários executivos dos colaboradores; nem serão proveitosas reuniões com autarcas (sempre prontos a retirar dividendos políticos) ou encontros com os conselhos executivos das escolas (sem auscultar os professores e alunos). Pelo contrário, as mudanças anunciadas (muitas delas correctas) terão sucesso se forem acompanhadas do apoio da Ordem dos Médicos, dos conselhos pedagógicos das escolas, da opinião dos pais, dos pareceres de cidadãos de prestígio, sem ambição na carreira partidária e política.” (Daniel Sampaio, Pública 10/02/08)

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