Elementar, meu caro Watson

O Ministério da Educação está a deixar de lado mais de 70 mil alunos com necessidades educativas especiais (NEE).
[…] O problema está em “colar” as necessidades educativas especiais às deficiências. Quando há alunos que precisam de apoio especializado, mas não são deficientes, e há crianças, por exemplo, paraplégicas, que não têm dificuldades de aprendizagem. Assim, conclui David Rodrigues, “o grande erro do ministério é confundir deficiência com NEE
[…] A opção do DGIDC resulta da adopção de um critério de identificação de alunos com NEE a partir da Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), criada especificamente para a Saúde. Uma postura, garante a comunidade académica, que é errada.” (In: DN)

Há que encaminhar alunos para os cursos de educação/formação. Ou não?

Adenda: A ministra procurou desvalorizar esta notícia. O testemunho da Idalina é importante. Pode ler aqui…