Um sindicato com Norte…

O conturbado processo eleitoral da FENPROF tem suscitado alguma celeuma dentro e fora da estrutura sindical.
Recupero três notas que escrevi em Outubro de 2005 por lhes reconhecer actualidade:

  1. O sindicalismo docente não pode continuar a navegar à vista. Terá de definir uma estratégia reivindicativa centrada na emergência de uma escola inclusiva denunciando os desvarios da governação neoliberal.
  2. Uma actuação continuadamente reactiva não congrega vontades e desmobiliza, desgasta os docentes. É urgente redefinir formas de luta mais pró-activas.
  3. A imagem do docente precisa de ser burilada junto da opinião pública. Há que procurar reconstruir o senso comum demonstrando que existem soluções para os problemas reais fora do quadro das políticas neoliberais.