Escolas bolorentas.

Percorro os temas que suscitaram no último ano a reflexão, o desabafo e a discussão. Fico com a sensação de que parei no tempo, nesse tempo. Na verdade, a escola situada conserva-se estável na instabilidade que a identifica [se me referisse à actual equipa governativa o diagnóstico também lhe assentaria muito bem]. As rotinas, os velhos jogos de poder nos palcos habituais, as práticas de ensino formatadas para o aluno tipo [que poucos conhecem], o “modus vivendi” instalado, as propostas de solução empacotadas para problemas fingidos, as lamúrias do costume, os acólitos insensatos, etc., etc.

Um 25 de Abril seria insuficiente! [Onde é que eu já ouvi isto?]

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