(Des)ordem…

As angústias e os pesadelos que emanam das disfuncionalidades das escolas, deixam marcas que magoam e corroem, obrigam-nos a protestar, reprimir, silenciar e, em alguns casos, fugir.

Nos momentos de acalmia, olhamos à nossa volta e reparamos que não estamos sós. Talvez porque se procura enganar a fadiga e dar tempo à recuperação, o desejo de procurarmos no outro e na profissão do outro afinidades e pontos de ruptura com esta profissão de professor permite-nos situar.

Isto a propósito de um texto do Henrique que fala da prepotência, da impunidade, do atropelo às regras democráticas, dos acólitos.

Paradoxalmente, é na avaliação da perversidade que encontro motivos para estimar a minha profissão. É o momento em que os exemplos dos outros nos ajudam a perceber o que significa liberdade de expressão. Que corporativismo é este que permite que estes exemplos sejam publicitados, discutidos, censurados quando atentam contra as regras elementares de civilidade ou fazem tábua rasa dos normativos legais?

Uma Ordem?…

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s