Faz de conta.

A escola, por enquanto sem alunos, sacode o torpor das férias.

Encontros e reencontros, olhares que se cruzam, recuperam-se algumas ideias pendentes.

Há uma vaga conformista, um encolher de ombros, palavras para quê?

Ninguém duvida que a opinião pública será fustigada com a contra-informação. Tudo correrá conforme previsto, as aulas começarão no dia agendado, os alunos serão bem recebidos e guardados nas escolas.

O país do faz de conta parece ansiar por escolas a fingir.