A gargalhada
"A gargalhada nem é um raciocínio, nem uma ideia, nem um sentimento, nem uma crítica: nem é o desdém, nem é a indignação; nem julga, nem repele, nem pensa; não cria nada, destrói tudo, não responde por coisa alguma! E no entanto é o único inventário do mundo político em Portugal. Um governo decreta? Gargalhada. Fala? Gargalhada. Reprime? Gargalhada. Cai? Gargalhada. E sempre a política, aqui, ou pensando, ou criando, ou liberal ou opressiva, terá em redor dela, diante dela, sobre ela, envolvendo-a, como a palpitação de asas de uma ave monstruosa, sempre, perpetuamente, vibrante, cruel, implacável – a gargalhada!" Eça de Queiroz-
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Bela e oportuna imagem: só espero que não seja premonitória
Vamos acreditar: afinal, é tudo tão simples. Abraço.
Comentário por Paulo G. Trilho Prudêncio — 28/10/2008 #
Miguel, vai aqui:
http://ocartel.blogspot.com/2008/10/prmio-dardos.html
Comentário por brit com — 29/10/2008 #
http://ocartel.blogspot.com/2008/10/prmio-dardos.html
Vai a este link, Miguel.
Comentário por brit com — 29/10/2008 #
E a manif do dia 15/11! Qual é a tua posição, Miguel?
Comentário por josé Manuel Faria — 29/10/2008 #
Era capaz de ser inmportante que cada comentador deixasse informação sobre a forma como a sua escola está a preparar-se para a ou as manifestações, e pelo menos identificasse a localidade da escola. Na minha, na Parede, que haja duas datas, mas a maioria vai a 15.
Comentário por professora — 29/10/2008 #
A minha posição está aqui, Zé Manel.
Mantenho o que disse num dos comentários ao texto supra indicado: Não estou disponível para duas manifestações. Não estou disponível para dar para esse peditório porque não sou amigo, nem pai, nem mãe das organizações que promoveram a manifestação de 15 de Novembro. Não me sinto implicado. Respeito os colegas que desejam manifestar-se contra o ME e contra o governo nos locais e nas datas que bem entenderem. Só contarão com o meu apoio se essas manifestações fizerem sentido [para mim, obviamente], se tiverem um alcance político que não fragilize a acção sindical.
Esta luta é política e como tenho defendido aqui, e repito uma vez mais, os sindicatos são o braço político dos professores. Esta luta deve ser liderada pelos sindicatos. Considerei desde o primeiro momento em que foi marcada a manif. de 15/11 que seria um erro crasso fazê-lo sem procurar burilar a estratégia com a FENPROF.
Comentário por Miguel Pinto — 29/10/2008 #