O que me importa saber sobre a saída de JMAlves do CCAP.
20/10/2008 at 10:34 PM | In Blogue em destaque | 1 Comment1. Veio a público que depois da presidente do CCAP ter cessado funções devido a pedido de aposentação, tinha agora sido demitido o autor deste blogue.
2. Alegou-se que esta demissão era um sinal que o ME queria calar uma voz crítica.
3. Tentei, o mais possível, nada escrever sobre o CCAP nem sobre as saídas, ainda que tenha sido pressionado de diversos lados, porque entendi que isso era inoportuno e irrelevante.
4. Dada a mentira da alegação, é minha obrigação esclarecer:
a) dirigi à presidente cessante do CCAP no início de Setembro um pedido de cessação de funções;
b) esse pedido dizia nomeadamente o seguinte: José Joaquim Ferreira Matias Alves, membro do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, na qualidade de professor titular do ensino secundário em exercício efectivo de funções, nomeado pelo Despacho nº 6753/2008 de 7 de Março, vem requerer a cessação de funções a partir de Setembro de 2008 uma vez que a partir dessa data deixou de exercer a função de professor titular que legitimou a sua nomeação.
Gondomar, 1 de Setembro de 2008.
Pede deferimento
5. Esclareço ainda que enquanto membro do órgão citado nunca me senti obrigado nem violentado nas posições que assumi.
6. Também é verdade que, enquanto órgão, o CCAP nunca teve qualquer interferência do poder político.
7. Expresso, no entanto, a convicção que o pensamento e acção do CCAP, expressas nas suas recomendações, não tiveram o impacto e a influência que a meu ver deveriam ter. E que corre o risco de ser um órgão inútil.”
JMA in: http://terrear.blogspot.com/2008/10/dizer-verdade.html
Um grande nó.
20/10/2008 at 1:05 am | In Falácias | 2 Comments
Tenho andado tão entretido com a ADD que acabei por deixar para segundo plano um grande acontecimento mediático: a entrevista de MLRodrigues à revista Visão.
No blogue O Cantinho da Educação acabei por recuperar esse momento único do qual destacarei duas afirmações da ministra, mas que me deixaram extremamente baralhado. Referindo-se à excessiva carga horária dos alunos do 3º CEB, a ministra parece decidida a mexer na matriz curricular e, pasme-se, o alvo parecia ser o desporto e a música, duas áreas que não são obrigatórias no 3º CEB e não fazem parte, portanto, da matriz curricular (não deve ser nada fácil cortar o que não existe). Eu disse… parecia, porque, logo a seguir, considera ter melhorado muito o 1º ciclo através da introdução do Inglês, a Música e a Educação Física. Será que quis dizer Desporto Escolar, senhora ministra?… Olhe que no 1º CEB não há Educação Física.
Aguardarei que desensarilhe o nó
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