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A gargalhada
"A gargalhada nem é um raciocínio, nem uma ideia, nem um sentimento, nem uma crítica: nem é o desdém, nem é a indignação; nem julga, nem repele, nem pensa; não cria nada, destrói tudo, não responde por coisa alguma! E no entanto é o único inventário do mundo político em Portugal. Um governo decreta? Gargalhada. Fala? Gargalhada. Reprime? Gargalhada. Cai? Gargalhada. E sempre a política, aqui, ou pensando, ou criando, ou liberal ou opressiva, terá em redor dela, diante dela, sobre ela, envolvendo-a, como a palpitação de asas de uma ave monstruosa, sempre, perpetuamente, vibrante, cruel, implacável – a gargalhada!" Eça de Queiroz-
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Há uns tempos comecei a ouvir falar em “resiliência”. Como estou fora dos meios académicos há uns anos , questionei um académico da área sobre que conceito era este que todo o mundo utilizava como inovador e modernaço. Foi aí que percebi que de facto continuava “moderna”. O termo não é passível de ser operacionalizado na sua aplicação ás ciências sociais e humanas e a dita investigação não passa de um inventário de hipóteses não possíveis de teste dada a impossibilidade de contolo das variáveis em jogo.
Pelo que fui informada, Braga correu-nos bem. E Lisboa, também
Comentário por anahenriques — 06/10/2008 #
Ana
Se Lisboa esteve assim… não sei não
Resiliente é aquela pessoa que se sabe defender perante factores adversos. Foi isso que eu percebi em Braga: Algumas dezenas de colegas que disseram “presente” num distrito como o de Braga é pouco… muito pouco
Comentário por Miguel Pinto — 06/10/2008 #